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Aura - O que é?

  • Foto do escritor: Agonia do Juízo
    Agonia do Juízo
  • 18 de set. de 2020
  • 11 min de leitura

Atualizado: 19 de set. de 2020


Buscamos sempre em nossos textos a maior gama de informações possíveis, já que estamos na era do conhecimento, nada mais justo e equilibrado. Este assunto é muito mal entendido e explicado, as informações são confusas e diversas. Vamos ver algumas dessas “informações” que coletamos:

Aura é o substantivo feminino que significa brisa, aragem ou vento suave. Também pode ser um conceito místico ou da astrologia, representando um campo energético que envolve um ser vivo.


No âmbito filosófico, a aura representa uma espécie de halo que rodeia o corpo de uma pessoa. Não é algo aceito por todas as pessoas, por não existirem provas científicas que comprovem a sua existência.


Em sentido figurado, a aura pode indicar uma energia imaterial que envolve um determinado ser. Neste caso, a aura pode ser boa ou má, ou pode ter cores. Assim, uma pessoa boa, ou equilibrada emocionalmente, tem uma aura com cores fortes e vivas. Dependendo da aura, diferentes sensações podem ser transmitidas a pessoas envolventes. Ex: Quando ele entrou na sala, todos ficaram com medo, porque o ambiente ficou pesado, fruto da sua aura escura.


Também figurativamente, uma aura pode se referir a uma admiração ou estima do público em relação a alguém.


No âmbito da medicina, a aura pode designar uma sensação que acontece antes de um ataque epilético. Algumas pessoas descrevem essa sensação como se uma bola estivesse subindo do estômago para a boca. Neste caso, a sensação é diferente, dependendo do ponto do cérebro onde a crise tem origem.


Na mitologia grega, Aura era uma ninfa que era rápida como a brisa, característica que usava quando acompanhava a deusa grega Ártemis na caça.


A aura (do termo latino aura)[1] é considerada por diversas culturas, religiões e linhas de estudo espiritualistas como um campo de energia extrafísica que envolveria seres vivos. Para pesquisadores do tema que não estão ligados à tradições esotéricas e religiões, a aura é considerada como o resultado das emanações do duplo etérico.[2] Não existe nenhum estudo científico que demonstre empiricamente a existência da aura.


A aura não é considerada um campo energético no sentido eletromagnético ou de alguma gama de radiação. É, pois, considerada como um campo em formato oval que circunda o ser humano por onde transitam as energias extrafísicas emanadas do duplo etérico.


A aura, tal qual a aparência física, variaria de pessoa para pessoa em cores, tamanho, luminescência e outros pormenores como manchas e bordas. Suas características mais gerais, porém, seriam:

· Seu formato ovalado que poderia ser mais uniforme ou mais fractal;

· Seu aspecto luminescente que poderia variar de intensidade dependo do ponto observado e da pessoa;

· Seu aspecto multicolorido, não se limitando à apenas uma cor imperando em todo campo, tampouco se limitando somente às cores do especto visível do ser humano.


A aura também é por vezes descrita como tendo duas camadas, porém o que se chama da primeira camada da aura seria o duplo etérico e a segunda a aura em si (as emanações do duplo etérico).


Sua aparência também é muitas vezes erroneamente ligada às fotografias Kirlian que não são uma fotografia da aura, mas sim uma imagem de campo elétrico que circunda os objetos eletricamente carregados onde fótons são produzidos e ficam registrados por conta da ionização dos gases que ali se encontram.


Normalmente não é associada à aura uma função, mas sim ela seria considerada um campo resultante de uma estrutura com uma função (duplo etérico). Algumas correntes, porém, acreditam ser possível obter indícios visuais, como manchas e diminuições pontuais do campo, que poderiam servir como informação a respeito da saúde física e emocional da pessoa observada.


A aura poderia ser vista pelos chamados clarividentes, que teriam uma capacidade de ver, com pouca ou muita eficiência e em períodos aleatórios ou controlados, aspectos do ambiente extrafísico, como consciências extrafísicas, auras, duplo etérico, etc. Esta capacidade variaria de competência de clarividente para clarividente, podendo estes perceber um espectro maior ou menor de energias. Também variaria o domínio que o clarividente teria sobre sua própria capacidade, uma vez que tal condição poderia aparecer por períodos curtos e aleatórios supostamente induzidos ou não por consciências extrafísicas ou por períodos determinados pelo próprio clarividente, a variar conforme sua proficiência, sendo este último uma ocorrência menos comum.


Essas duas fontes foram retiradas das 113.000.000 de resultados sobre o assunto. Busco sempre destacar que o nosso intuito é estimular a busca pelo conhecimento e não apontar a verdade absoluta, afinal, cada pessoa busca a sua “verdade”, muito embora alguns adotem como parâmetro de “comprovação” a ciência, podemos dizer que muita coisa foge do domínio da ciência e em muitos casos a própria ciência não é conclusiva ou não se aprofunda na questão.


Quando observamos as várias definições da Aura, entendemos que a mais usual é que a Aura é um campo energético que envolve o corpo humano, com camadas e cores e que tem uma abrangência, uma área que essa “energia” alcança. Mas antes de avançar vamos compreender algo, o corpo gera energia?


Nosso corpo é composto de aproximadamente 60% de solução salina, a medicina denomina esta solução de soro fisiológico, sendo assim é um ótimo condutor de eletricidade. A cada pulsação nossa, ou seja, a cada batida do nosso coração, é produzida uma corrente de um clico por segundo que produz um watt de potência elétrica. Esta potência varia de pessoa para pessoa, e dependem exclusivamente da constituição orgânica das células e também da condutibilidade do corpo. Sendo assim, a resposta para a nossa pergunta é: sim, nosso corpo produz eletricidade.

Esta eletricidade, que no caso é denominada de bioeletricidade é visualizada com muita facilidade através de um eletrocardiograma ou do eletrocenfalograma. É através de uma placa metálica colocada na mão de uma pessoa que é possível visualizar as leituras da bioeletricidade que variam de 5.000 a 20.000 volts eletrostáticos.

Sobre a condutibilidade do corpo, ela é diferente de acordo com o tipo de pele dos indivíduos. A pele seca, por exemplo, é a que acumula maior resistência, enquanto que a pele úmida apresenta baixa resistência. Pessoas que possuem alta resistência não podem trabalhar com materiais inflamáveis e nem mesmo entrar em salas de cirurgia, porque nas substâncias anestésicas encontramos substâncias que podem explodir espontaneamente em contato com eletricidade estática. Na história da humanidade já foram registrados vários acidentes envolvendo pessoas de alta resistência em contato com produtos inflamáveis!

O interessante de tudo isso, é que os cientistas já estudam a possibilidade de usar a energia humana para gerar eletricidade, porém até agora eles conseguiram acumular pouquíssima energia, por isso podemos dizer que os estudos ainda estão “engatinhando”, mas as pesquisas estão em andamento, para que em um futuro não muito distante, possamos reunir energia suficiente para as nossas necessidades de uma maneira muito sustentável.

Esse texto lança ainda mais “curiosidades” na questão e estou colocando em destaque alguns pontos que vão nos ajudar a “responder” o título. O mais interessante é que o mundo real se confunde com o mundo das fantasias ou ficção, acredito que isso se dê por conta da falta de respostas conclusivas da ciência ou outra área de estudo. Falo isso porque se observarmos a resposta sobre o corpo gerar energia, logo em segui observamos que é real, duas questões que parecem ficção ou fantasia, mas não são como o fato do corpo gerar energia e ai coloca de forma clara de como a ciência é conclusiva, mas pelo fato de ter interesse em produzir energia através do corpo e nos remete ao filme “MATRIX”. Outro ponto é das pessoas que tem ALTA RESISTÊNCIA, praticamente homens ou mulheres BOMBA, que acumulam energia estática a ponto de provocar combustão em materiais inflamáveis.

Com toda essa capacidade de gerar energia, fica meio que explícito que podemos gerar algum tipo de campo magnético ao redor do nosso corpo que tem sua área de extensão e que influenciam em vários aspectos, vamos ler algo sobre:

Ninguém é de ferro, diz o ditado, mas no fundo todo mundo tem um pouco de magnetismo. As centenas de trilhões de moléculas que formam o corpo humano são, na verdade, grandes conjuntos de ímãs. As moléculas contêm elétrons com carga elétrica negativa e prótons com carga elétrica positiva. Enquanto giram em torno do núcleo, os elétrons criam minúsculos campos magnéticos que dão estabilidade e equilíbrio às moléculas.

A Medicina descobriu como usar essas propriedades para criar um dos exames mais precisos de diagnóstico por imagem, a ressonância magnética. A ressonância magnética – um dos mais eficientes métodos de diagnóstico por imagem – funciona porque cria um campo magnético forte o suficiente para mexer com as moléculas do corpo humano. Esse campo é cerca de 25 000 vezes mais forte que o da Terra.

A intensidade, porém, só é suficiente para influenciar o comportamento dos átomos de hidrogênio. Além de leves e simples, eles compõem a água, que forma a maior parte do corpo humano. Quando o campo magnético oscila sobre o paciente, eles se alinham na mesma direção. Essa movimentação é traduzida com a ajuda de um programa de computador em uma imagem colorida. As doenças são diagnosticadas porque em torno do processo inflamatório e dos tumores acumula-se água, mostrando onde está a doença.

É fato que a terra tem um campo magnético e ele “circunda” a terra de forma ovalada, iniciando em uma das extremidades e indo até a outra, conhecidos como polo, norte e sul. E geram luminosidades quando entra em contato com os ventos solares, conhecidas como AURORA BOREAL que só ocorre no polo norte, devido a angulação da terra em relação ao sol. Mas gera CORES quando os ventos solares se encontram com o campo magnético da terra.

Levando isso em consideração e as demais informações relacionadas ao campo magnético e energético do corpo humano, podemos imaginar que seria provável o corpo também gerar CORES em seu campo magnético quando estimulado, a resposta vem no segundo texto, as fotografias Kirlian.

Diferentemente do que a maioria das pessoas pensam a foto Kirlian não é uma imagem da aura. Trata-se do registro dos gases e vapores que são liberados pelos nossos poros em consequência do metabolismo celular do nosso organismo. Esse registro é feito por meio da ionização do ar na caixa selada da máquina Kirlian que possibilita a visualização através das cores vermelha e azul nas suas diferentes tonalidades e brilho.

Esse processo de ionização ocorre quando o campo elétrico se torna muito forte e oferece as condições perfeitas para o início da “quebra” do ar. O campo elétrico faz com que o ar ao seu redor se separe em íons positivos e elétrons, assim, o ar fica ionizado. A ionização não significa que há mais carga negativa (elétrons) ou positiva (núcleos atômicos positivos/íons positivos) do que antes.


Essa ionização só significa que os elétrons e os íons positivos estão mais afastados do que estavam em sua estrutura molecular original. Essencialmente, os elétrons foram retirados da estrutura molecular do ar não ionizado. A importância dessa separação é que os elétrons agora estão livres para se mover muito mais facilmente do que podiam antes da separação; então, esse ar ionizado é muito mais condutivo do que o ar (anteriormente) não ionizado.

A capacidade ou liberdade de movimentação dos elétrons é o que faz com que qualquer material seja um bom condutor de eletricidade. Esses elétrons têm uma mobilidade excelente, o que permite que a corrente elétrica flua. A ionização do ar ou do gás cria plasma com propriedades condutivas parecidas com as dos metais. O plasma é a ferramenta que a natureza tem para neutralizar a separação da carga em um campo elétrico.


Todo esse processo de ionização pode ser visto na natureza quando observamos a formação dos raios ou relâmpagos, onde as nuvens estão carregadas de elétrons (-) e o solo de íons (+). A análise das fotos é feita a partir das cores e suas nuances, brilho, espessura, formas geométricas e diferentes aspectos de formação que aparecem ao redor do halo do dedo.


Na máquina Kirlian analógica algumas dificuldades como a aquisição de filmes (película) e a própria revelação se tornaram problemas para a utilização dessa máquina nos processos terapêuticos, além do tempo para se ter o resultado da foto. Com o desenvolvimento da máquina Kirlian digital, pudemos agilizar o processo do diagnóstico possibilitando uma visualização imediata dos resultados das terapias oferecidas.

O assistido, além de sentir a diferença entre o antes e depois das terapias, agora já pode ver essa diferença através da foto e acompanhar a sua evolução nos tratamentos. A foto Kirlian possibilita a visualização de aspectos no corpo físico, mental, emocional e até espiritual do assistido.


No corpo físico é possível identificar processos alérgicos, inflamatórios, infecciosos e até mesmo doenças degenerativas. Através da correlação entre os dedos e os órgãos do corpo, utilizada pela milenar medicina chinesa, podemos identificar onde o organismo se encontra de alguma maneira em deficiência energética. Com a informação relacionada ao órgão que está recebendo algum tipo de carga energética que pode comprometer o seu bom funcionamento e fazendo o uso da metafísica da saúde, pode-se orientar com relação à somatização de algumas doenças. Na área psíquica fatores como o ego, autoestima, hiper ou hipoatividade, preocupações, ansiedades, conflitos emocionais, sentimentos de revolta, de decepção ou mesmo de desilusão, processos depressivos e de estresse, além da melancolia ou tristeza, são detectados e analisados nas fotos.


No caso da depressão, deve-se tomar muito cuidado com pacientes que fazem uso de medicamentos controlados para esse fim. Pode-se identificar, a partir da foto Kirlian, se o paciente faz uso de algum tipo de medicamento controlado, através do registro de intoxicação que aparece marcado no halo fotografado.


A foto Kirlian registra o estado emocional do momento. Ela poderá apresentar uma condição favorável para esse paciente se a dosagem estiver adequada, quando na realidade o que está mantendo essa condição é um princípio ativo, e não uma condição natural do indivíduo.

Como demonstrado às fotos Kirlian tem sua funcionalidade e técnica própria para visualizar através de técnica e reação específica, cores que mostram estados e condições do corpo e da mente. Mas como informado, essa imagem não diz respeito à Aura, mas sim de uma reação específica do corpo e condição específica do exame. Essa técnica foi encontrada acidentalmente por Semyon Kirlian em 1939 na União Soviética. No Brasil, centenas de Clínicas, Institutos e Hospitais se utilizam da Foto Kirlian para acompanharem o estado de saúde de seus pacientes. Corroborando tal fato já existe o 'Diagnóstico Oncológico Kirliangráfico' embasado no trabalho dos Drs.Júlio Grott e Hélio Grott Filhos do Hospital das Forças Armadas de Curitiba. Este trabalho foi publicado na edição Técnico-Científica nº 4 de Out/Dez-87 pelo Hospital das Forças Armadas de Brasília, sendo este o 1º Órgão Oficial a publicar referida matéria na América do Sul. (Centro de Fotografias Kirlian-CFK-Brasília-DF).

O termo Aura é utilizado principalmente no misticismo que aponta uma correlação com vários aspectos na vida humana, na cultura, no comportamento, na espiritualidade, nos relacionamentos, na alma. Prevalece-se pelo fato da incapacidade ou desinteresse da ciência de provar a existência ou não “dela” das teorias que podem ser formadas pelas técnicas que se assimilam a “narrativa da Aura” como a fotografia Kirlian. A melhor definição que encontrei foi essa:

A Aura é uma manifestação visível da força vital que energiza a totalidade do nosso ser – físico, mental e espiritual. Sem essa força vital que o energiza, o corpo físico não funcionaria. Embora o corpo físico dependa da força vital refletida na Aura , essa força vital independe do corpo físico. A Aura , ao manifestar a força vital que serve de base para a nossa existência, também manifesta a nossa imortalidade como seres espirituais.

Tirando a parte relacionada à “espiritualidade” as demais posso logicamente correlacionar a fatos científicos ligados a energia produzida pelo corpo e os vários exames, diagnósticos e tratamentos conhecidos e reconhecidos pela ciência. Mas deixo claro que o outro campo que é o espiritual as camadas da Aura, as cores, o seu equilíbrio, os chacras e tudo que abrange o âmbito do invisível e sensitivo, não pode ser desconsiderado, afinal, nem tudo que a ciências não pode provar, não significa que não exista, apenas não podemos ainda provar ou por “interesses outros”, não querem comprovar.

Minha opinião final é independente se podemos ver ou não, o corpo humano emite um campo magnético que se expande do corpo e tem uma área e interage com os demais seres vivos e tudo no mundo e no universo, estamos todos interligados por uma enorme energia e que quando desequilibrada, gera males que podem alterar tudo e todos.

Assunto bem complexo e indico pesquisar mais, faremos um vídeo para nosso canal no YouTube, nos faça uma visita. Um grande abraço e até mais.

 
 
 

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